"Flores foram para o velório". Jovem perde a mãe minutos após casar

Uma jovem de 23 anos passou do dia mais feliz da sua vida para o pior em poucos minutos ao descobrir que sua mãe havia morrido em um acidente de carro a caminho do casamento, em São José do Rio Preto, no estado de São Paulo.

Edna Soares, de 43 anos, e seu enteado Gustavo, de 12, estavam em um carro quando, durante uma ultrapassagem, colidiram frontalmente com um caminhão que vinha em sentido contrário.

Naquela manhã, Letícia esperava pela mãe e ligou várias vezes para ela, sem resposta. Depois da cerimônia do casamento, ela recebeu a notícia trágica.

“Eu fui até a porta do cartório e, na escada, meu padrasto me deu a notícia de que eles haviam falecido. Meu avô me segurou e eu desabei em lágrimas. Só queria ver minha mãe e entender o que estava acontecendo”, relembra Letícia, em declarações ao portal UOL.

A família foi até o local do acidente e confirmou a tragédia. “As coroas de flores para minha mãe [no velório] foram feitas com as flores do meu casamento. Tenho certeza de que ela amou essa homenagem”, conta a jovem.

A festa de casamento, que estava marcada para o dia seguinte, foi adiada e acontecerá em 5 de agosto, data de aniversário da mãe.

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Casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave crescem no país

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou hoje (27) o Boletim InfoGripe, que indica aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país. Das 27 unidades federativas, 19 têm sinal de crescimento no longo prazo (últimas 6 semanas até 15 de abril). São elas: Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

Na análise por faixa etária, o aumento de casos nas crianças é influenciado principalmente pelo vírus sincicial respiratório (VSR). Entre os adultos, a predominância é da covid-19, mas a Fiocruz destaca o peso de outras ocorrências causadas pelos vírus influenza A e B. A instituição afirma que os dados do boletim reforçam a importância de a população aderir em maior número à vacinação contra a covid-19 e a gripe.

O estudo também indica que 17 das 27 capitais apresentam sinal de crescimento da SRAG na tendência de longo prazo: Aracaju (SE), plano piloto e arredores de Brasília (DF), Boa Vista (RR), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Maceió (AL), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Luís (MA) e Vitória (ES).

Ao analisar as quatro últimas semanas epidemiológicas, os principais tipos de vírus respiratórios identificados foram: Sars-CoV-2/Covid-19 (68,6%), influenza A (12,6%), vírus sincicial respiratório (10,9%) e influenza B (7,9%). Entre os óbitos, a presença dos vírus foi 9,1% para influenza A, 9,1% para influenza B, 6,9% para VSR e 75,0% para Sars-CoV-2 (covid-19).

A Fiocruz registrou 2.678 óbitos relacionados aos casos de SRAG em 2023. Destes, 1.572 (58,7%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 963 (36,0%) negativos e 67 (2,5%) ainda aguardam confirmação. Dos resultados positivos, 85,6% são Sars-CoV-2 (covid-19), 4,5% são VSR, 4,3% são influenza A e 2,9% são influenza B.

Das 27 unidades federativas, 19 têm sinal de crescimento no longo prazo (últimas 6 semanas até 15 de…Read More

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