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Segundo a ocorrência, mulher de 28 anos teria atacado a funcionária com três golpes de faca após uma discussão. Vítima foi socorrida em estado grave, e a Justiça manteve a prisão preventiva da suspeita.

Uma mulher de 28 anos foi presa suspeita de esfaquear uma faxineira, de 41 anos, enquanto ela trabalhava em uma residência no Centro de Cambuquira, no Sul de Minas Gerais. O caso aconteceu no sábado (17 de outubro) e, segundo as informações divulgadas, teria sido motivado por ciúmes.

De acordo com o boletim de ocorrência, o companheiro da suspeita, de 65 anos, acionou a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) após o ataque. A mulher teria atingido a trabalhadora com três golpes de faca, no tórax, no abdômen e em uma das pernas.

Discussão teria começado durante a limpeza da casa

Conforme o relato da vítima aos policiais, a discussão começou quando ela pediu à patroa que lhe desse passagem para continuar a limpeza da residência. A mulher teria se recusado a permitir que a faxineira passasse.

Diante da situação, a trabalhadora acordou o patrão e pediu que ele interviesse. O homem conversou com a companheira, que teria permitido a passagem da funcionária.

Pouco tempo depois, porém, a suspeita teria se aproximado por trás da faxineira e desferido os três golpes de faca.

Vítima foi encontrada com sangramento intenso

Quando chegaram ao imóvel, os policiais encontraram a vítima sentada no sofá da sala, com intenso sangramento no tórax e no abdômen.

A faxineira foi socorrida e encaminhada ao Hospital Geral de Cambuquira. Segundo as informações registradas na ocorrência, a equipe médica informou que ela estava em estado grave, com risco de morte, e precisava ser transferida para outra unidade hospitalar para dar continuidade ao tratamento.

Suspeita foi localizada com faca e sacolas manchadas

Após o ataque, a Polícia Militar iniciou buscas e localizou a suspeita na região central da cidade. Conforme o boletim de ocorrência, ela carregava uma faca e sacolas plásticas com manchas que aparentavam ser de sangue.

Ainda segundo o registro policial, a mulher teria confessado o ataque e afirmado que agiu para que a trabalhadora “aprendesse”, acrescentando que, daquela vez, havia conseguido o que queria.

Justiça mantém prisão preventiva

No domingo (18 de outubro), durante audiência de custódia, a Justiça manteve a prisão preventiva da suspeita.

Segundo as informações divulgadas, o juiz César Rodrigo Iotti considerou que não houve ilegalidades na prisão e confirmou a decisão que havia convertido a prisão em flagrante em preventiva.

O caso deverá seguir sob investigação para o esclarecimento das circunstâncias do crime e a apuração das responsabilidades.

Fonte: Metrópoles | Redação Luzitana | Portal GIBA Notícias