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Investigação aponta possível lavagem de dinheiro por meio de postos de combustíveis e participação de policiais civis para proteger o grupo e interferir em apurações. Delegado e outros quatro policiais também foram presos.

A Polícia Federal prendeu o deputado estadual eleito Márcio Canella, do União Brasil, suspeito de chefiar uma organização criminosa que teria movimentado cerca de R$ 7,6 bilhões em seis anos.

Segundo informações divulgadas pela Record, o grupo utilizaria postos de combustíveis para lavar dinheiro e contaria com a participação de policiais civis para obter proteção e interferir em investigações.

Além do parlamentar, foram presos o delegado de Polícia Civil Marcus Amin e outros quatro policiais civis. A operação investiga a suposta atuação de agentes públicos em benefício da organização criminosa.

Investigação aponta uso de postos de combustíveis

De acordo com a apuração, o caso envolve suspeitas de lavagem de dinheiro e da utilização de empresas do setor de combustíveis para movimentar recursos de origem suspeita.

A investigação também busca esclarecer se policiais civis teriam utilizado suas funções para proteger os integrantes do grupo e dificultar o andamento de apurações.

Defesas se manifestam

Após a prisão, Márcio Canella afirmou confiar na Justiça e declarou que os fatos serão esclarecidos.

A defesa do delegado Marcus Amin informou que ainda analisaria os autos do processo.

As investigações devem esclarecer a participação de cada suspeito e as circunstâncias das movimentações financeiras identificadas. Os envolvidos são suspeitos de participação nos crimes investigados, e a responsabilidade individual deverá ser estabelecida no decorrer do processo judicial.

Crédito: Record (R7)