UM DOS CRIMINOSOS MAIS PROCURADO DO BRASIL É PRESO APÓS MEGAOPERAÇÃO DA PCPR
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu, na manhã desta sexta-feira (20), um homem de 42 anos apontado como um dos criminosos mais procurados do Brasil. A captura ocorreu no estado de São Paulo, após uma operação integrada com a Polícia Civil de São Paulo.
O suspeito estava incluído na Lista Vermelha do Ministério da Justiça e é investigado por fornecer armamentos ao Primeiro Comando da Capital (PCC), além de ter participação em roubos a residências e instituições bancárias.
A prisão é resultado de um trabalho investigativo conduzido pela PCPR, com apoio da polícia paulista. A ação contou com o uso de tecnologia de ponta, incluindo um drone equipado com câmera de visão noturna, utilizado para localizar e monitorar o paradeiro do investigado.
As apurações começaram em novembro de 2025, após uma grande apreensão realizada em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba. Na ocasião, cerca de 30 quilos de explosivos foram recolhidos, além de dois fuzis e outros armamentos de alto poder destrutivo.
Segundo o delegado Thiago Andrade, do Centro de Operações Policiais Especiais (COPE), o nome do suspeito surgiu durante as investigações como possível fornecedor do material apreendido. As autoridades identificaram que os explosivos poderiam ser utilizados em ataques contra agências bancárias ou até unidades prisionais.
Ainda conforme o delegado, a equipe descobriu o endereço onde o investigado estaria escondido e organizou uma operação considerada complexa, mobilizando mais de 20 agentes na cidade de São Paulo. O imóvel, descrito como de difícil acesso, foi cercado pelas equipes, que conseguiram efetuar a prisão.
As investigações também apontam que o homem teria envolvimento em uma tentativa de resgate de um detento do sistema penitenciário. Para a PCPR, ele exercia papel de liderança dentro de uma organização criminosa com atuação no estado do Paraná.
O preso permanece à disposição da Justiça, e as investigações continuam para apurar possíveis conexões e desdobramentos do caso.
Fonte e imagem: Reprodução / PCPR
Redação: Luzitana Lu
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