Compartilhe...

Uma operação conjunta das Polícias Civil e Militar, com apoio da Guarda Civil Municipal (GCM), resultou na prisão de um homem apontado como mandante do triplo homicídio ocorrido no Jardim Verão, em Sarandi. A ação, denominada Operação “Leviatã”, foi deflagrada no último sábado (30).

Segundo as autoridades, dois dos três envolvidos no crime já foram identificados e detidos. O primeiro, de 36 anos, é acusado de cuidar da logística da ação criminosa e de transportar o atirador. Ele havia sido preso anteriormente, no dia 27 de maio.

Neste sábado, as equipes localizaram e prenderam um segundo suspeito, de 25 anos, apontado como o mandante do homicídio. Durante a prisão, ele também foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, após a apreensão de uma grande quantidade de entorpecentes.

O terceiro envolvido, de 32 anos, é apontado como autor dos disparos e segue foragido, já com mandado de prisão preventiva emitido contra ele.

De acordo com a Polícia Civil, a motivação do crime está ligada a uma disputa territorial relacionada ao tráfico de drogas. No entanto, as vítimas acabaram sendo executadas por engano. O homem preso no sábado seria responsável pela venda de entorpecentes na região e teria ordenado a execução de um casal suspeito de comercializar drogas sem autorização do grupo criminoso.

Segundo a investigação, os alvos estavam em um bar na Rua das Rosas. Um dos envolvidos conduziu o atirador até o local, indicando o estabelecimento. No entanto, o criminoso seguiu pelo caminho errado e entrou em um comércio onde familiares se reuniam para comemorar a inauguração do espaço.

No local, o atirador sacou uma pistola e efetuou vários disparos, atingindo pessoas sem qualquer ligação com o tráfico. O ataque resultou na morte de Rafael Moreira do Amaral, 37 anos, sua esposa, Jéssica de Jesus Hass, 32, e o sobrinho do casal, um adolescente de 15 anos. Todos eram trabalhadores e pertenciam à mesma família.

A polícia continua as buscas pelo autor dos disparos e reforça que a operação busca desarticular o grupo criminoso e levar os responsáveis à justiça.

Fonte: Plantão Maringá